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Felipe Drugovich: próximo brasileiro na F1?

Publicada em 01/08/2022 as 14:37h por www.dlnews.com.br - 24 visualizações

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Um dos nomes que podem surgir na F1, em 2023, é um outro Felipe: Drugovich.  (Foto: Rezk Assaf/pexels/Ilustração)

Um dos nomes que podem surgir na F1, em 2023, é um outro Felipe: Drugovich. O paranaense atualmente lidera a Fórmula 2 com uma vantagem considerável em relação ao segundo colocado. Será ele o próximo brasileiro no esporte que consagrou Fittipaldi, Piquet e Senna? Isso é o que muitos têm se perguntado, e quem gosta de fazer previsões esportivas pode aproveitar o código promocional Betano.

É claro que um possível acerto depende do cenário da F1, ou seja, de quem sai e quem fica. Mas, aos 22 anos, Drugovich é um dos nomes mais cotados para preencher uma possível brecha. Ao todo, 31 pilotos já representaram o Brasil na principal modalidade de esportes a motor – e essa história começou em 1951, quando Chico Landi fez a sua estreia.

Desde então, os brasileiros foram, gradativamente, ampliando sua importância na F1, e o primeiro título veio em 1972, quando Emerson Fittipaldi viu seu sonho de menino tornar-se realidade. Emmo ainda conquistaria o bicampeonato em 1974 e faria história no automobilismo americano antes de encerrar uma carreira gloriosa e, de muitas formas, pioneira. Ele também lançou a primeira equipe de F1 brasileira – a Copersucar-Fittipaldi. O projeto, apesar de vitórias pontuais, acabou não dando certo e foi encerrado alguns anos mais tarde.

Já nos anos 80, o Brasil viu a ascensão de dois grandes pilotos – e de personalidades muito diferentes. Nelson Piquet e Ayrton Senna, rivais dentro e fora das pistas, colocaram seus nomes na galeria dos maiores pilotos da história. Muitos até hoje consideram Senna o melhor de todos, embora não tenha, evidentemente, o maior número de títulos.

Tanto ele quanto Piquet venceram três temporadas de Fórmula 1. Ambos competiram em uma época de grandes pilotos e tiveram como adversários nomes como Alain Prost, Nigel Mansell, Niki Lauda, entre tantos outros. O Brasil, claro, ainda teve outros competidores importantes, como Rubens Barrichello, duas vezes vice-campeão da F1, e o próprio Felipe Massa, que perdeu um título, na última curva de Interlagos, para Lewis Hamilton, em 2008.

Assim, será muito interessante ver outro brasileiro competindo na Fórmula 1. Felipe Drugovich segue focado na temporada da F2, mas se ele confirmar o título e houver saída de pilotos na F1, pode ser que o nome dele seja lembrado por alguma escuderia.

 

 


 





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